sábado, 23 de fevereiro de 2013
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DE FÍSICA ANO2013
ENSINO MÉDIO
CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
DISCIPLINA: FÍSICA
CONCEITOS
FÍSICA CLÁSSICA
• Mecânica
• Temperatura e calor
• Ótica e ondas
• Eletrostática
• Eletrodinâmica
• Magnetismo
• Eletromagnetismo
1º ano
POTÊNCIAS DE 10 - ORDEM DE GRANDEZA
• Algarismos significativos.
• Operações com algarismos significativos.
• Sistemas de medidas – origens.
• Sistema Internacional de unidades – SI.
CINEMÁTICA DO PONTO MATERIAL
• Referencial, repouso e movimento: movimentos retilíneos uniforme e variado.
• Queda livre.
• Vetores, grandezas vetoriais e escalares, operações com vetores; vetores resultantes de velocidade e aceleração, movimentos circulares.
• Acidentes mecânicos domésticos e na escola; acidentes de trânsito – freios.
LEIS DE NEWTON
• Força – A Primeira Lei de Newton.
• Equilíbrio de uma partícula.
• Terceira Lei de Newton.
• Força de atrito; momento de uma força; equilíbrio do corpo rígido.
• Segunda Lei de Newton.
• Unidades de massa e força; massa e peso.
• Queda com resistência do ar.
• Forças no movimento circular.
• Movimento de projétil.
• Aplicações das Leis de Newton a sistemas de corpos.
• Acidentes mecânicos domésticos e na escola.
• Acidentes de trânsito.
LEIS DE CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
• Trabalho de uma força.
• Potência.
• Trabalho e energia cinética.
• Energia potencial gravitacional.
• Energia potencial elástica.
• Conservação da energia.
• Da quantidade de movimento
• Impulso e quantidade de movimento.
• Quantidade de movimento de um sistema de partículas.
• Conservação da quantidade de movimento.
• Forças impulsivas e colisões.
EDUCANDO PARA O TRÂNSITO
• Tipos de acidentes e equipamentos de prevenção.
• Acidentes mecânicos domésticos e na escola.
• Acidentes de trânsito.
2º ano CONTEÚDOS
TEMPERATURA – CALOR – DILATAÇÃO TÉRMICA
• Escalas termométricas.
• Dilatação de sólidos.
• Dilatação de líquidos.
• Comportamento dos gases.
• Transformações gasosas.
• Lei de Avogadro.
• Equação de estado de um gás ideal.
• Modelo molecular de um gás.
TERMODINÂMICA
• O calor como energia.
• Transferências de calor.
• Capacidade térmica e calor específico.
• Trabalho em uma variação de volume.
• Primeira Lei da Termodinâmica.
• Segunda Lei da Termodinâmica;
• Máquinas térmicas – rendimento de máquinas térmicas.
• Motores a explosão.
• Acidentes de trânsito.
• Aquecimento de freios.
• Acidentes em usinas nucleares.
MUDANÇAS DE FASES
• Sólidos, líquidos e gases.
• Fusão e solidificação.
• Vaporização e condensação.
• Influência da pressão.
• Sublimação – diagrama de fases.
• Comportamento de um gás real.
• Acidentes com GLP. doméstico.
REFLEXÃO DA LUZ – NATUREZA DA LUZ – FILTROS DE LUZ – FILTROS SOLARES PARA A PELE
• Leis da reflexão da luz.
• Espelhos planos e espelhos esféricos.
• Imagem do ponto material. Imagem do objeto extenso.
• Equação dos espelhos esféricos.
• Velocidade da luz.
• Espelhos retrovisores dos veículos.
FARÓIS
• Trânsito com neblina ou fumaça.
• Luz na pista molhada.
REFRAÇÃO DA LUZ
• Refração da luz.
• Dispersão da luz.
• Leis da refração.
• Dioptro plano.
• Lentes esféricas.
• Formação de imagens nas lentes esféricas.
• Instrumentos óticos.
• Luzes e cores.
MOVIMENTO ONDULATÓRIO
• Movimento harmônico simples.
• Ondas em uma corda.
• Ondas na superfície de um líquido.
• Difração.
• Interferência com a luz.
• Ondas sonoras.
• Efeito Doppler.
3º ano CONTEÚDOS
CARGA ELÉTRICA
• Processos de eletrização.
• Condutores e isolantes.
• Indução e polarização. Eletroscópios.
• Lei de Coulomb.
CAMPO ELÉTRICO
• Conceito de campo elétrico.
• Campo elétrico criado por cargas elétricas puntiformes.
• Linhas de força.
• Comportamento de um condutor eletrizado.
• Rigidez dielétrica – poder das pontas.
• Descargas elétricas em veículos.
POTENCIAL ELÉTRICO
• Diferença de potencial.
• Voltagem num campo elétrico uniforme.
• Voltagem num campo criado por carga elétrica puntiforme.
• Superfícies equipotenciais.
• Gerador de Van der Graaff.
• Experiência de Millikan.
• Acidentes domésticos com eletricidade.
CAPACITORES
• Capacitores.
• Carga elétrica em um capacitor. Associação de capacitores. energia em um capacitor.
CORRENTE ELÉTRICA
• Corrente elétrica; circuitos simples.
• Resistência elétrica.
• Lei de Ohm.
• Associação de resistências. Instrumentos elétricos de medidas.
• Potência em um elemento de circuito.
• Variação da resistência com a temperatura.
• Efeito Joule.
• Acidentes domésticos com eletricidade.
FORÇA ELETROMOTRIZ
• Força eletromotriz.
• Equação do circuito.
• A voltagem nos terminais de um gerador.
• Válvulas eletrônicas e transistores.
CAMPO MAGNÉTICO
• Magnetismo.
• Eletromagnetismo.
• Campo magnético
• Movimento circular em um campo magnético.
• Força magnética em um condutor.
• O Ciclotron.
• Campo magnético em um condutor retilíneo.
• Campo magnético no centro de uma espira circular.
• Solenóides.
• Influência do meio na intensidade do campo magnético.
• Lei de Biot-Savart.
INDUÇÃO ELETROMAGNÉTICA
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS
• Força eletromotriz induzida.
• Lei de Faraday.
• Lei de Lenz; Transformadores.
• Ondas eletromagnéticas. Espectro eletromagnético.
• Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.
RELATIVIDADE ESPECIAL
RELATIVIDADE GERAL
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA FÍSICA QUÂNTICA
BARREIRAS DE POTENCIAL.
PARTÍCULAS ELEMENTARES.
ESTRUTURAS COMPLEXAS.
OBS: CONTEÚDOS NÃO ESTUDADOS NO 1° ANO TERÃO CONTINUIDADE NO 2° ANO E
OS NÃO CONCLUÍDOS NO 2° ANO SERÃO COMPLEMENTADOS NO 3°, RESPEITANDO-SE A SEQUÊNCIA.
PROFESSOR: JOÃO DOMINGOS BAPTISTELLA.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
EDUCAÇÃO OU AFETIVIDADE? CONTEÚDO OU VALORES?
Educação afetiva ou controladora? Foco no conteúdo ou em valores?
José Manuel Moran
Recebo, de vez em quando, e-mails como este:
"Olá professor Moran, lembra de mim? Você me deu aula no primeiro semestre de 2006. Estou escrevendo este e-mail em agradecimento, pois uma vez você me disse que eu tinha potencial e eu acreditei nisso e muito. Hoje escrevo também para lhe convidar a participar do lançamento do livro ***, no qual participo com um conto. Encaminho anexado o convite, gostaria muito que pudesse ir. Um grande abraço e mais uma vez obrigada por acreditar em mim. Roberta".
Cada vez me convenço mais de que na educação o incentivo, o apoio é mais importante que a cobrança, o controle. Quando conseguimos motivar, incentivar o aluno ele aprende sem nós, ele aprende sozinho, ele corre atrás do que precisa. Quando queremos controlar o processo obtemos alguns resultados imediatos, mas não sabemos o que acontece depois, não sabemos se os alunos continuam com o desejo de aprender ou simplesmente executam algumas atividades supervisionadas enquanto estamos por perto. Por isso, a relação de confiança, afetiva, de apoio é fundamental para obter resultados a longo prazo.
A grande inclusão que precisamos na educação não é a tecnológica – embora necessária – mas a afetiva e a de valores: Inclusão afetiva: acolher os alunos, valorizá-los, dar-lhes força, esperança, entusiasmo. Alunos motivados vão mais longe, caminham com mais autonomia. A afetividade é um componente fundamental pedagógico e contribui decisivamente para o sucesso pessoal e grupal.
A outra grande inclusão é a de valores: o educador ajuda muito o aluno se ensina o que pratica, se ele se mostra como é, como uma pessoa em desenvolvimento, com contradições, mas que procura ser coerente entre o que pensa e faz. Numa sociedade que valoriza muito a aparência (no sentido corporal e no sentido de representar papéis), é fundamental termos educadores que mostrem coerência entre o que ensinam e praticam, que se apresentem como seres em crescimento, com contradições, com acolhimento e incentivo. Num mundo de tanto faz de conta, de tantas aparências e de tantas mentiras, educar dentro da verdade e da coerência já é uma grande inovação.
Além da inclusão digital precisamos da inclusão afetiva e ética: termos educadores e gestores confiáveis, que inspirem confiança, não porque sabem tudo, mas porque procuram ajudar os alunos a caminhar por si mesmos, a aprender juntos, a acreditar nas possibilidades de cada um.
O educador é um profissional cujo papel transcende a matéria que ele trabalha. Além da competência intelectual, de ajudar os alunos a compreender certos assuntos, ele mostra, expressa e trabalha – direta e indiretamente – valores, visões de mundo, sentimentos, modelos de vida. Quanto mais ele aprende a integrar tensões e contradições, melhor mostrará aos alunos como fazê-lo no dia a dia. Quanto mais avança na compreensão do mundo, no equilíbrio emocional, na capacidade de trocar afeto, mais ajuda os alunos a acreditarem em si mesmos, a quererem avançar também, a terem esperança no futuro. Se o educador, além de conhecer bem os temas do seu curso, mostra um processo rico de aprendizagem na vida, de observação, de interação, contribuirá muito para que os alunos –ao menos uma parte – reflitam mais, acreditem mais, desejem crescer como pessoas e como profissionais.
Quando vejo professores que impõem a aprendizagem pela força ou pelo medo, sinto pena de todos – professores e alunos – porque os professores não aprenderam o principal - conteúdo sem vida é pouco significativo - e os alunos poderão acreditar que a aprendizagem é complicada e difícil, o que complicará o desejo profundo de que acreditem que podem aprender por si mesmos.
Se numa instituição escolar temos muitos exemplos de professores controladores, o processo se complica para todos (permanecemos num modelo que não nos prepara para a autonomia). Se temos um equilíbrio entre o número de controladores e de incentivadores, os alunos podem ao menos comparar e escolher modelos de aprendizagem que considerem mais conveniente. Se temos muito mais educadores incentivadores do que controladores facilitaremos a crença e a escolha dos alunos por uma educação mais criativa, empreendedora e humana.
Diante de tantos grupos sociais que mostram que levar vantagem é melhor do ser honestos, que mentir é melhor do que a verdade, que preferem viver de aparências do que de autenticidade, precisamos de muitos gestores e educadores (não só nas escolas, mas em todas as instituições e grupos) que reafirmem o contrário: que vale mais a pena aceitar-se como pessoas em evolução, com contradições, mas com verdade e coerência do que viver no fingimento, do faz-de-conta.
A preocupação excessiva com a aparência (física, social) mostra a dificuldade de mudar valores que nos ajudariam a crescer mais, mas que contrariam interesses, negócios. O glamour que atribuímos a qualquer pessoa só pelo fato de aparecer na mídia mostra quanto a educação ainda precisa avançar.
A educação tem um papel político fundamental: mostrar a todos que podemos mudar esse estado de coisas que está aí, essa banalização da aparência, do consumo, da mentira e da enganação descarada de muitos grupos, que dificulta sobremaneira a credibilidade das propostas educativas cidadãs.
José Manuel Moran
Recebo, de vez em quando, e-mails como este:
"Olá professor Moran, lembra de mim? Você me deu aula no primeiro semestre de 2006. Estou escrevendo este e-mail em agradecimento, pois uma vez você me disse que eu tinha potencial e eu acreditei nisso e muito. Hoje escrevo também para lhe convidar a participar do lançamento do livro ***, no qual participo com um conto. Encaminho anexado o convite, gostaria muito que pudesse ir. Um grande abraço e mais uma vez obrigada por acreditar em mim. Roberta".
Cada vez me convenço mais de que na educação o incentivo, o apoio é mais importante que a cobrança, o controle. Quando conseguimos motivar, incentivar o aluno ele aprende sem nós, ele aprende sozinho, ele corre atrás do que precisa. Quando queremos controlar o processo obtemos alguns resultados imediatos, mas não sabemos o que acontece depois, não sabemos se os alunos continuam com o desejo de aprender ou simplesmente executam algumas atividades supervisionadas enquanto estamos por perto. Por isso, a relação de confiança, afetiva, de apoio é fundamental para obter resultados a longo prazo.
A grande inclusão que precisamos na educação não é a tecnológica – embora necessária – mas a afetiva e a de valores: Inclusão afetiva: acolher os alunos, valorizá-los, dar-lhes força, esperança, entusiasmo. Alunos motivados vão mais longe, caminham com mais autonomia. A afetividade é um componente fundamental pedagógico e contribui decisivamente para o sucesso pessoal e grupal.
A outra grande inclusão é a de valores: o educador ajuda muito o aluno se ensina o que pratica, se ele se mostra como é, como uma pessoa em desenvolvimento, com contradições, mas que procura ser coerente entre o que pensa e faz. Numa sociedade que valoriza muito a aparência (no sentido corporal e no sentido de representar papéis), é fundamental termos educadores que mostrem coerência entre o que ensinam e praticam, que se apresentem como seres em crescimento, com contradições, com acolhimento e incentivo. Num mundo de tanto faz de conta, de tantas aparências e de tantas mentiras, educar dentro da verdade e da coerência já é uma grande inovação.
Além da inclusão digital precisamos da inclusão afetiva e ética: termos educadores e gestores confiáveis, que inspirem confiança, não porque sabem tudo, mas porque procuram ajudar os alunos a caminhar por si mesmos, a aprender juntos, a acreditar nas possibilidades de cada um.
O educador é um profissional cujo papel transcende a matéria que ele trabalha. Além da competência intelectual, de ajudar os alunos a compreender certos assuntos, ele mostra, expressa e trabalha – direta e indiretamente – valores, visões de mundo, sentimentos, modelos de vida. Quanto mais ele aprende a integrar tensões e contradições, melhor mostrará aos alunos como fazê-lo no dia a dia. Quanto mais avança na compreensão do mundo, no equilíbrio emocional, na capacidade de trocar afeto, mais ajuda os alunos a acreditarem em si mesmos, a quererem avançar também, a terem esperança no futuro. Se o educador, além de conhecer bem os temas do seu curso, mostra um processo rico de aprendizagem na vida, de observação, de interação, contribuirá muito para que os alunos –ao menos uma parte – reflitam mais, acreditem mais, desejem crescer como pessoas e como profissionais.
Quando vejo professores que impõem a aprendizagem pela força ou pelo medo, sinto pena de todos – professores e alunos – porque os professores não aprenderam o principal - conteúdo sem vida é pouco significativo - e os alunos poderão acreditar que a aprendizagem é complicada e difícil, o que complicará o desejo profundo de que acreditem que podem aprender por si mesmos.
Se numa instituição escolar temos muitos exemplos de professores controladores, o processo se complica para todos (permanecemos num modelo que não nos prepara para a autonomia). Se temos um equilíbrio entre o número de controladores e de incentivadores, os alunos podem ao menos comparar e escolher modelos de aprendizagem que considerem mais conveniente. Se temos muito mais educadores incentivadores do que controladores facilitaremos a crença e a escolha dos alunos por uma educação mais criativa, empreendedora e humana.
Diante de tantos grupos sociais que mostram que levar vantagem é melhor do ser honestos, que mentir é melhor do que a verdade, que preferem viver de aparências do que de autenticidade, precisamos de muitos gestores e educadores (não só nas escolas, mas em todas as instituições e grupos) que reafirmem o contrário: que vale mais a pena aceitar-se como pessoas em evolução, com contradições, mas com verdade e coerência do que viver no fingimento, do faz-de-conta.
A preocupação excessiva com a aparência (física, social) mostra a dificuldade de mudar valores que nos ajudariam a crescer mais, mas que contrariam interesses, negócios. O glamour que atribuímos a qualquer pessoa só pelo fato de aparecer na mídia mostra quanto a educação ainda precisa avançar.
A educação tem um papel político fundamental: mostrar a todos que podemos mudar esse estado de coisas que está aí, essa banalização da aparência, do consumo, da mentira e da enganação descarada de muitos grupos, que dificulta sobremaneira a credibilidade das propostas educativas cidadãs.
CURSO DO LINUX EDUCACIONAL
Carracas! O Curso sobre Linux Educacional veio atender e complementar minha prática educativa. Tudo o que é novo gera uma certa expectativa, porém, não difere muito de outros sistemas já utilizados. Assim sendo, esse passa a ser mais uma ferramenta a ser utilizada para melhorar e diversificar as aulas.
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